Limoeiro de Anadia

Professora da rede municipal de Limoeiro de Anadia

Paralelo ao trabalho de recuperação das escolas era preciso investir também no avanço do setor educacional, no combate ao analfabetismo e redução da repetência e evasão escolar. A Prefeitura fez o dever de casa direitinho. As ações foram tomando corpo e os resultados não tardaram a aparecer.

Ensino público de qualidade se faz com investimentos. E foi com esta visão de futuro que a atual administração deu início ao processo de recuperação da rede municipal, em todas as áreas.

A primeira medida para melhorar os índices educacionais de Limoeiro de Anadia se deu ainda em 2009, com a reforma e ampliação das unidades de ensino que se encontravam sucateadas, devolvendo-as à comunidade escolar em reais condições de funcionamento.

Cerca de 300 alunos de 15 escolas da rede municipal de Limoeiro de Anadia participam de um campeonato de atletismo nesta quarta-feira, dia 26, a partir das 8 horas da manhã, no Campo de Futebol Francisco Vitô, no povoado Papa Farinha. As disputas acontecerão em três modalidades: salto em distância, corrida de resistência e corrida de 100 metros para jovens de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos.

A Prefeitura de Limoeiro de Anadia dá mais um passo em defesa da qualidade do ensino público, com a construção da Escola Municipal Benício Ferreira Reis, no distrito Pé Leve. Inaugurada pelo prefeito Marlan Ferreira na última sexta-feira (31) – dentro das comemorações dos 131 anos de emancipação política da cidade -, a escola de educação básica é uma das mais modernas do Estado e obedece aos padrões definidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Em solenidade prestigiada por prefeitos, vereadores, secretários, professores e estudantes, o prefeito Marlan Ferreira inaugurou na sexta-feira (31) - dentro das comemorações dos 131 anos de emancipação política de Limoeiro Anadia -, a quadra poliesportiva da Escola Nossa Senhora da Conceição. O espaço leva o nome de José Gomes da Silva, falecido em 1998, aos 89 anos, que dedicou sua vida à promoção da cultura. Mestre Zé Belo, como era popularmente conhecido, foi o rei dos Quilombos, tradicional manifestação cultural de Limoeiro de Anadia.

Escola Presidente Ernesto Geisel, no povoado Poço Comprido
Escola Presidente Ernesto Geisel, no povoado Poço Comprido

Os 131 anos de emancipação política de Limoeiro de Anadia foram comemorados em alto estilo nesta sexta-feira, dia 31. Para celebrar a data, o prefeito Marlan Ferreira entregou diversas obras estruturantes, visando o bem-estar da população limoeirense. A programação teve início às 7h, com o hasteamento de bandeiras e missa em Ação de Graças.

Avenida Arnolfo Higino da Silva - Povoado Areia Vermelha

O prefeito Marlan Ferreira entregou na sexta-feira (31), mais quatros ruas pavimentadas pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Obras, Viação e Serviços Urbanos, em parceria com o governo federal.

As inaugurações fizeram parte da programação dos 131 anos de emancipação política de Limoeiro de Anadia, que incluiu a entrega das obras de reforma e ampliação de escolas, construção uma quadra poliesportiva e de uma escola para 216 alunos.

É grande a expectativa dos limoeirenses para o desfile de carroças que acontece dia 20 de junho, a partir das 17 horas, no Distrito Pé Leve, dentro da programação do São João 2013. A concentração do evento será em frente à Escola Municipal de Educação Básica José de Medeiros Tavares, onde serão instalados o palco e camarote. Também haverá apresentação de quadrilhas juninas e de grupos folclóricos, além de concurso de barracas.

O aniversário de emancipação política de Limoeiro de Anadia é uma data bastante significativa pata todos os limoeirenses. São 131 anos, desde que se tornou independente do município de Anadia, em 31 de maio de 1882. De lá pra cá, a cidade passou por várias transformações políticas, econômicas, sociais e culturais. E, hoje, vive um tempo de paz, desenvolvimento, liberdade e um futuro bastante promissor.

Seu surgimento no município data do final do século XVIII, com a chegada dos primeiros escravos africanos que, à noite, após a lida nos engenhos e fazendas de gado, se reuniam em rodas de capoeira.

Um misto de festa, luta e lamento, a dança simula os confrontos entre negros e índios na Serra da Barriga, em União dos Palmares, pela captura de uma rainha supostamente sequestrada pelo Rei do Quilombo dos Palmares, Zumbi.

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